Nove dias que colocam São Paulo no centro do tênis feminino - SP Open WTA

12 a 20 de setembro de 2026

Nove dias que colocam São Paulo no centro do tênis feminino

®Fotojump/SP Open

O maior torneio de tênis feminino do Brasil está de volta à maior cidade das Américas. De 12 a 20 de setembro, o SP Open recebe no Parque Villa-Lobos a segunda edição do WTA 250 que, no ano passado, recolocou São Paulo na rota do circuito mundial feminino depois de um intervalo de 25 anos. Durante nove dias, algumas das principais jogadoras do país e nomes do tênis internacional estarão em ação, em uma edição que amplia a presença do torneio dentro e fora das quadras.

Depois de reunir mais de 33 mil pessoas em sua estreia, o SP Open chega ao segundo ano com uma estrutura de 30 mil m² no Parque Villa-Lobos. A competição distribuirá US$ 283.347 em premiação e reunirá 32 jogadoras na chave principal de simples, 16 no qualifying e 16 duplas. Entre as quadras, o Boulevard funciona como principal área de circulação e convivência, reunindo gastronomia, entretenimento e diferentes atrações ao longo do dia.

O torneio acontece em um momento de maior interesse pelo tênis no Brasil, impulsionado pela visibilidade do esporte e pelo surgimento de novos nomes. Esse movimento tem aproximado diferentes públicos e atraído empresas de diversos setores, que encontram no tênis um espaço cada vez mais relevante para suas marcas. O SP Open faz parte desse cenário de renovação e maior projeção do esporte no país.

As protagonistas do SP Open

A chave de 2026 reúne nomes de diferentes gerações do tênis feminino. Entre os destaques internacionais estão a espanhola Paula Badosa, ex-número 2 do mundo e campeã do WTA 1000 de Indian Wells; a canadense Leylah Fernandez, finalista do US Open de 2021 e dona de cinco títulos no circuito; e a alemã Eva Lys, de 24 anos, um dos nomes da nova geração, que chegou ao Top 40 do mundo em 2025.

Entre as brasileiras, Luisa Stefani retorna como atual campeã de duplas do SP Open e joga ao lado da canadense Gabriela Dabrowski. Laura Pigossi, parceira de Luisa na conquista do bronze nos Jogos Olímpicos de Tóquio — primeira medalha olímpica da história do tênis brasileiro —, disputa a chave de simples, que conta ainda com Carolina Meligeni Alves e Gabriela Cé. Aos 16 anos, Naná Silva e Victoria Barros completam o grupo de brasileiras já garantidas na chave principal e representam uma nova geração que começa a ganhar espaço no circuito.

O olhar para as novas gerações aparece ainda no SP Open Rising Stars, competição voltada ao desenvolvimento de jovens tenistas brasileiras, que reunirá oito atletas Sub-14 entre os dias 16 e 19 de setembro. A campeã receberá um convite, com passagem e hospedagem, para disputar o IMG Academy International Championships, nos Estados Unidos.


Além das quadras

Fora das quadras, o SP Open amplia em 2026 a estrutura dedicada ao público. O Boulevard concentra boa parte dessa programação e funciona como ponto de encontro ao longo do torneio, reunindo gastronomia, entretenimento, loja oficial e diferentes atrações entre as partidas. Restaurantes, cafés, vinhos e drinques fazem parte da oferta gastronômica, que reúne nomes conhecidos da cena paulistana e opções para diferentes momentos do dia.

O espaço reúne ainda os estandes e ativações dos patrocinadores. Em sua segunda edição, o SP Open reúne mais de 45 marcas parceiras, ante 38 em 2025, entre empresas que renovaram ou ampliaram sua participação e outras que chegam ao torneio neste ano. As ações ocupam diferentes pontos da programação e aproximam as marcas do público por meio de conteúdos, produtos, serviços e iniciativas ligadas ao tênis.

A estrutura inclui ainda o Ace Club, área VIP de 750 m² dedicada à hospitalidade, com ambiente climatizado e vista para as partidas. O espaço recebe convidados, parceiros e clientes ao longo da competição, enquanto outros elementos do torneio ganham uma identidade própria, da estrutura à cerimônia de premiação.

É o caso do troféu entregue às campeãs, criado pelo artista Ara Vartanian especialmente para o SP Open. A peça combina joalheria, arte e design e, na edição inaugural, foi entregue à francesa Tiantsoa Rakotomanga, campeã de simples, e a Luisa Stefani e Timea Babos, vencedoras nas duplas. Em 2026, o troféu volta a consagrar as campeãs do WTA 250.


Um legado que permanece em São Paulo

Em sua primeira edição, o SP Open promoveu a revitalização completa das sete quadras públicas de tênis do Parque Villa-Lobos. Após o torneio, os espaços permaneceram disponíveis para a população e seguem utilizados ao longo do ano por frequentadores do parque e pelos alunos do Projeto Bola Dentro. Em 2026, as quadras recebem uma nova revitalização antes da competição, dando continuidade a um trabalho que passa a acompanhar cada edição do evento.

A atuação social do SP Open começou em 2025 com o apoio ao Bola Dentro, projeto fundado há mais de 20 anos, com núcleos no Parque Villa-Lobos e em Carapicuíba, que já atendeu mais de 5 mil crianças e jovens de 7 a 18 anos. A parceria leva os alunos para dentro da rotina do torneio, com treinamento e seleção de ball kids e a possibilidade de acompanhar a competição. Após o evento, materiais esportivos utilizados durante os jogos, como bolas, uniformes e tênis, são destinados ao projeto.

Neste ano, o SP Open amplia essa frente com o apoio ao Raquetes para a Vida, criado em 2019 e com atuação em Itapevi junto a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. A participação dos projetos chega ainda aos bastidores: em 2026, 13 vagas de estágio na equipe de produção foram destinadas a seus alunos, que passam a integrar diferentes áreas envolvidas na realização do evento.


Responsabilidade ambiental

A operação do SP Open inclui ainda medidas para reduzir os impactos ambientais associados à realização do torneio. A edição de 2026 conta com o Selo Evento Neutro e prevê a compensação das emissões diretas de carbono relacionadas à montagem, desmontagem e realização do evento. Na gestão de resíduos, o trabalho envolve separação e triagem dos materiais, reciclagem, compostagem dos resíduos orgânicos e logística reversa do óleo utilizado pelas operações gastronômicas.

Durante o torneio, agentes ambientais e pontos de coleta distribuídos pela estrutura ajudam a orientar o descarte e a separação dos resíduos desde a origem, envolvendo público, equipes, fornecedores e parceiros na operação.

Programação e transmissão

O SP Open começa nos dias 12 e 13 de setembro com o qualifying, seguido pela chave principal, de 14 a 20. As quartas de final serão disputadas na sexta-feira (18), as semifinais no sábado (19) e as decisões no domingo (20), com a final de duplas às 13h e a de simples às 15h30.

No Brasil, as partidas terão transmissão do SporTV, enquanto a distribuição internacional será feita pela WTA Media.


Serviço | SP Open 2026

Data: 12 a 20 de setembro de 2026
Local: Parque Villa-Lobos – Portão 6
Endereço: Av. Arruda Botelho, 170 – Alto de Pinheiros, São Paulo (SP)