Sustentabilidade: o legado do SP Open continua crescendo
Quando as últimas bolas são disputadas e as arquibancadas se esvaziam, o impacto de um grande evento esportivo pode continuar vivo por muito tempo. No SP Open, essa é uma escolha consciente. Desde sua primeira edição, o torneio assumiu o compromisso de fazer do tênis uma plataforma de transformação social, desenvolvimento urbano e responsabilidade ambiental. Em 2026, esse compromisso ganha ainda mais força.
Depois de uma estreia marcada por importantes entregas para São Paulo, o torneio amplia seus projetos sociais, fortalece suas ações ambientais e consolida um modelo de evento que busca gerar benefícios permanentes para a cidade e para as pessoas.
UM LEGADO QUE PERMANECE NAS QUADRAS
Um dos principais resultados da edição de 2025 foi a revitalização completa das sete quadras de tênis do Parque Villa-Lobos. Utilizadas diariamente pelo Projeto Bola Dentro e pela população, as quadras passaram por uma ampla reforma para receber a competição e, após o encerramento do torneio, permaneceram como patrimônio da cidade.

Mais do que sediar partidas de atletas profissionais durante alguns dias, esses espaços seguem sendo utilizados ao longo de todo o ano por centenas de crianças, adolescentes e praticantes de tênis, democratizando o acesso ao esporte e ampliando as oportunidades de formação esportiva na capital paulista.
A partir de agora, essa também passa a ser uma tradição do torneio: antes de cada edição, as quadras receberão nova revitalização, garantindo que o legado permaneça vivo e beneficie continuamente a comunidade.
ESPORTE QUE TRANSFORMA VIDAS

O compromisso social do SP Open também se fortaleceu em 2025 por meio da parceria com o Projeto Bola Dentro. Trinta e seis jovens atendidos pela iniciativa receberam treinamento específico e atuaram oficialmente como boleiros durante o torneio, vivenciando os bastidores de um evento internacional e adquirindo experiência em uma operação profissional de alto nível.
Além da capacitação, o projeto recebeu doações de bolas, uniformes e materiais esportivos utilizados durante a competição.
Em 2026, esse impacto se expande com a chegada de um novo parceiro social: o projeto Raquetes para a Vida, de Itapevi. Criado em 2019, o projeto utiliza o tênis como ferramenta de inclusão social, oferecendo a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade um ambiente de desenvolvimento, acolhimento e construção de valores.

Durante a edição anterior, dezenas de participantes tiveram a oportunidade de visitar o SP Open, conhecer atletas, acompanhar partidas e viver de perto a atmosfera de um grande torneio internacional — uma experiência que reforçou o poder inspirador do esporte. Agora, essa aproximação evolui para uma parceria permanente. O SP Open passa a apoiar o projeto por meio da doação de materiais esportivos utilizados durante o torneio e da oferta de vagas para voluntários da instituição atuarem na organização do evento, proporcionando formação prática, novas experiências e contato direto com o universo do esporte profissional.
Somados, os projetos apoiados pelo torneio demonstram que investir no esporte é também investir em educação, cidadania, autoestima e oportunidades para centenas de jovens.
DESENVOLVIMENTO QUE MOVIMENTA A CIDADE
Além do impacto social, o SP Open também movimenta a economia local. Em sua primeira edição, o torneio gerou cerca de 3.500 empregos diretos e indiretos, envolvendo profissionais das áreas de montagem, operação, segurança, alimentação, limpeza, transporte, tecnologia, comunicação e produção de eventos.

Esse movimento cria oportunidades de trabalho, fortalece fornecedores locais e contribui para consolidar São Paulo como sede de grandes eventos esportivos internacionais.
RESPONSABILIDADE AMBIENTAL DENTRO E FORA DAS QUADRAS

A sustentabilidade ambiental também permanece como um dos pilares do torneio. Em 2026, o SP Open amplia esse compromisso com uma gestão de resíduos que vai além da coleta seletiva, envolvendo separação, triagem e destinação ambientalmente adequada dos diferentes materiais gerados durante o evento. Lixeiras para recicláveis e orgânicos serão distribuídas pelo complexo, enquanto agentes ambientais ajudarão a colocar em prática a operação.
Papel, plástico, metal, vidro e lona serão encaminhados para uma cooperativa de catadores do entorno, contribuindo para a reciclagem e a economia circular. Já os restos de alimentos dos restaurantes terão como destino a compostagem, enquanto o óleo vegetal usado seguirá para logística reversa e transformação. Até resíduos menos óbvios recebem atenção específica: bitucas de cigarro serão destinadas à reciclagem e a madeira, à produção de biomassa. Apenas os rejeitos que não puderem ser reaproveitados seguirão para aterro sanitário credenciado.
A iniciativa integra o programa Sou Resíduo Zero, implementado pela Eccaplan Soluções em Sustentabilidade, e busca incorporar práticas mais conscientes às diferentes etapas do evento, priorizando redução, reuso, reciclagem e destinação correta dos materiais. O planejamento inclui ainda a compensação das emissões de carbono relacionadas à montagem, desmontagem e realização do torneio, considerando impactos como deslocamentos das equipes, geradores de energia e os próprios resíduos gerados.
Mais do que reduzir impactos, o objetivo é fazer do SP Open um agente de transformação, estimulando público, parceiros, fornecedores e colaboradores a incorporar práticas mais responsáveis também fora do evento.
MUITO ALÉM DE UMA SEMANA DE COMPETIÇÃO
Os grandes torneios esportivos são lembrados pelos campeões que revelam e pelas partidas inesquecíveis que proporcionam. Mas seu verdadeiro legado vai muito além do placar. No SP Open, cada quadra revitalizada, cada jovem capacitado, cada oportunidade criada e cada iniciativa ambiental reforçam uma visão de futuro em que esporte, cidadania e sustentabilidade caminham lado a lado.
Porque, quando o último ponto é disputado, é justamente aí que começa o legado mais importante do torneio.
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